E pronto, foi um ar que se lhes deu

Ao gravador, à máquina fotográfica, ao disco externo, ao cartão de memória, ao ebook e à roupinha nova que trazia para me pavonear em terras africanas. Carregadinha que nem um ovo, chego à entrada do avião e um funcionário zeloso da TAP diz-me que tenho de despachar uma das malas que levava comigo porque a maquineta voadora já ia cheia. Escolhi não deixar a mala do computador, telemóvel e livros e despachar a bagagem com o restante material electrónico, para não estar ali a montar o arraial das trocas e baldrocas.

Quando chego a Bissau, ensonada, tiro a mala da passadeira rolante – que me pareceu ter o mesmo peso e aspecto de quando a deixei – e trago-a para a casa. O resto já podem adivinhar.

Agora é preparar-me para as centenas de emails que vou trocar com a TAP e que provavelmente não darão em nada.  “Se alguma coisa puder correr mal, vai correr mal.” E é isto.

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