Como exterminar um texugo (eu) com arte

Já não há como negar, engordei uns belos e intrusos e estúpidos parvalhões quilos na Guiné. Nem me atrevo a ir à balança para não desmotivar já. A partir de hoje, fechei oficialmente a boca (para a comida que se me impedem de falar morro). Depois também precisava de me mexer, mas aqui os ginásios só servem o pessoal do halterofilismo e entre ir correr com o calor de Bissau e levar porrada, acho que prefiro levar porrada. Não me restam grandes opções a não ser… Dançar! De cor, só sei passos de Samba e Salsa, mas acabei de descobrir nos confins do meu computador vídeos com aulas de Cha-cha-cha, Tango e Kizomba. Claro que não vou fazer nada de jeito, que me vai sair tudo ao lado e que se algum dia alguém quiser bailar um dos géneros comigo, o melhor é levantar-me logo no ar e mexer-se sozinho.

Mas, olhem, nos entretanto divirto-me. Começou hoje, com a música que podem ouvir aí em baixo. O espelho do quarto da Susana diz-me para não desistir porque no Samba até sou uma pata choca mediana. E disciplinada. Dancei 3 minutos e 7 segundos (não, não vos estou a enganar, a versão que tenho é maior do que esta) e ainda só fiz uma pausa para escrever este post.

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